segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Planejamento (diferente) ganha espaço e importância nas estratégias de Marketing

É cada vez mais comum ver o Marketing unindo o departamento de comunicação em prol de um melhor atendimento ao consumidor. Atualmente o profissional de planejamento está mais próximo das estratégias de Marketing e é comum vê-los no campo procurando soluções para um bom planejamento.
A integração do planejamento com o departamento de Marketing foi tema principal do evento dedicado ao setor que acontece todo ano nos Estados Unidos. Em 2008 a conferência de Planejamento da American Association of Advertising Agencies (AAAA) teve foco nas mudanças da comunicação e na integração do Planejamento com a criatividade.
Presente no evento “Four A”, Fernando Diniz, Diretor de Planejamento da agência Y&R, do grupo WPP, conta ao Mundo do Marketing a importância do Planejamento no processo complexo de entender e satisfazer as necessidades do cliente. De acordo com ele, o evento internacional serviu para mostrar que o Brasil está alinhado ao mercado mundial e não deixa a desejar no quesito criatividade.
O que mais se discutiu no “Four A” deste ano?O que mais me chamou a atenção foi o consenso entre as idéias e tudo o que foi falado tinha uma pincelada em comum. Nada que nós no Brasil não tenhamos pensado. Um dos pontos mais citados foi a visão de como se comunicar com o consumidor e a necessidade de olhar para ele menos como consumidor e mais como pessoa. Conexões artificiais e a venda agressiva dos atributos dos produtos são características do mercado de hoje.
A discussão também abordou a falta da troca de idéias com consumidores, um importante fator para aumentar o desejo de se relacionar com uma marca. Um bom exemplo é o case OMO, que passou anos falando que resolvia o problema da roupa suja e hoje elevou o nível da conversa e adotou o discurso de que se sujar faz parte da infância. Esse é um bom exemplo do que foi discutido.
É preciso propor uma troca com o consumidor. Vimos muitos cases de Internet, que é um meio que desponta como fundamental para fazer a troca estimulando o usuário a assistir e recriar em cima do que ela oferece. Temos que compartilhar em vez de apenas entregar um serviço.
Qual a melhor maneira de se planejar uma estratégia?Hoje o principal é ter uma equipe eclética porque o papel do profissional de Planejamento é muito multidisciplinar e ele também tem que ter conhecimento sobre o mercado. Muitos profissionais trabalham integrados com a indústria, a fábrica e até com o setor responsável pelo desenvolvimento da embalagem do produto.
Somos uma espécie de ONU da comunicação, porque temos profissionais ecléticos para falar em linguagens diferentes. Na Y&R, a nossa área de projetos digitais está ao lado do setor de Planejamento. A verdade está lá fora e por isso temos que ir para a rua, entrar no ônibus, suar a camisa e conversar com as pessoas. Estamos num país onde a maioria da população está na classe C e D. Se você não se misturar estará fazendo comunicação para inglês ver. Precisamos ser socialmente orgânicos.
Quais as principais diferenças entre o planejamento brasileiro e o que é feito nos países desenvolvidos?A criatividade ainda é o forte do profissional brasileiro. Sempre disputamos prêmios internacionais de criatividade e fazemos isso há muitos anos de forma concreta. No Brasil, a cultura é diferente e temos um jeito característico de conversar com o consumidor. Somos criativos e isso influencia no nosso jeito de trabalhar.
O Brasil é maduro no segmento de Planejamento, que é novo no mercado se comparado com a Europa. Temos um bom nível de planejadores, apesar de o mercado estar precisando de gente preparada. Esta é uma área que cresce no país e está em busca de profissionais. O Planejamento às vezes é muito baseado somente em resultados de pesquisa?Não. A pesquisa é fundamental, mas às vezes uma prosa com a dona-de-casa, com o motoboy pode fazer a diferença em um planejamento estratégico de comunicação. Pesquisa é e sempre será importante, mas temos que ter cuidado porque as decisões não vêm do resultado da pesquisa e sim da interpretação do resultado através do profissional de Marketing.
A pesquisa é uma lanterna, mas sozinha não mostra o caminho da saída. É a base do trabalho de planejamento, mas o mercado às vezes fica preso nas pesquisas e esquece as idéias. O problema é o que as pessoas fazem com as pesquisas. Fala-se muito em inovação, mas o mercado está sempre fazendo mais do mesmo. "Insanidade é fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes" (citando Albert Einstein). Quais as características de um planejamento de sucesso nos dias de hoje?Um bom planejamento começa com o entendimento do problema (do cliente). O primeiro passo é saber qual o problema para depois entender o cliente e saber como ele está lidando com o problema.
O jeito de interagir com o consumidor hoje é fundamental para definir a idéia e ter inspiração. Desta forma o Planejamento serve como uma catapulta para a criação. Trocar idéias durante o processo de desenvolvimento de planejamento é fundamental.
Nossos melhores projetos foram feitos com a ajuda e o envolvimento com a criação. Planejar é um trabalho que está nos bastidores da estratégia de Marketing, trabalhando na concepção do negócio, preparando todo o terreno para o desenvolvimento da comunicação correta.
Quais as tendências em planejamento no Brasil e onde estão as principais oportunidades?A interatividade não tem volta. É da natureza humana falar de troca e os consumidores hoje fazem campanhas para empresas. O poder está cada vez mais com o consumidor e isso só tende a crescer. No planejamento a demanda vai aumentar cada vez mais porque teremos mais gente trabalhando de forma integrada com outros departamentos.
Hoje estes profissionais estão sendo mais aceitos por colegas de outros setores e isso ajuda no processo criativo. Em pouco tempo será comum ter esses profissionais dentro do departamento de Marketing e em algumas empresas isso já acontece.
A Internet facilitou o trabalho do Planejamento, já que hoje a interatividade é uma ferramenta usada na maioria das estratégias de Marketing?Talvez a interatividade dificulte o trabalho de planejamento porque é cada vez mais desafiadora. Ela obriga o profissional a abrir novas formas de conversar com as pessoas e ainda tem que ser interessante. A estratégia digital desafia a forma de pensar e faz o profissional achar ângulos diferentes para ações interessantes. Sem dúvida esta característica torna o nosso trabalho muito mais excitanteketing

sábado, 2 de agosto de 2008

A Escola da Vida

A Escola da Vida



Dos dez homens mais ricos do mundo listados pela Forbes, cinco, entre os quais Bill Gates e Michael Dell, não completaram a faculdade. Na relação dos milionários – ou bilionários – sem diploma, há, ainda, nomes como Paul Allen (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Larry Ellison (Oracle) e Li Ka-Shing (o homem mais rico da Ásia), apenas para citar alguns. No Brasil, temos nomes ilustres como Samuel Klein (Casas Bahia), Abraham Kasisnky (Cofap), Alair Martins (fundador do Grupo Martins e homenageado pelo programa Empreendedor do Ano 2008 com o Lifetime Achievement) e Luiz Antônio Seabra (fundador da Natura e listado pela Forbes como um dos bilionários brasileiros), entre muitos outros. O que todos esses empreendedores de sucesso têm em comum é que eles aprenderam fazendo. E, por isso mesmo, têm muito a ensinar.

Fundado por Ricardo Bellino, o Inemp – Instituto do Empreendedor -, por meio do projeto Escola da Vida, pretende homenagear e reconhecer o talento dos grandes empreendedores que construíram suas fortunas e suas trajetórias de sucesso sem que tivessem obtido um diploma universitário. São pessoas que, ou por falta de oportunidade, ou devido às pressões profissionais, não puderam completar seus estudos. Mas nem por isso deixaram de aprender. Movidos por um genuíno espírito empreendedor, eles aprenderam fazendo. E, agora, está na hora de aprender com eles.

Além de prestar uma merecida homenagem a esses brilhantes empreendedores, o projeto Escola da Vida pretende levar ao público as lições e os conhecimentos adquiridos por aqueles que aprenderam na prática. É uma iniciativa inédita que visa levar a todos os que buscam o sucesso profissional – tenham eles completado seus estudos ou não -, a sabedoria, as dicas e os conselhos daqueles que “se formaram na escola da vida”, ou seja, que construíram grandes fortunas e trajetórias vitoriosas por meio do “aprender fazendo”. Longe de desmerecer a importância da formação acadêmica, a Escola da Vida pretende oferecer uma complementação até agora inexistente ao que se aprende nas faculdades, complementação essa que está voltada para o desenvolvimento do espírito empreendedor.

A fim de atingir esse objetivo, a Escola da Vida está se aliando a Microlins. A empresa fundada por José Carlos Semenzato em 1991 é hoje a maior rede de franquias de cursos profissionalizantes da América Latina. Com cerca de 700 franqueados, a Microlins já formou mais de 2.5 milhões de alunos em todo o Brasil. O fruto dessa parceria entre a Escola da Vida e a Microlins serão os cursos de empreendedorismo baseados no estudo de cases, não só dos grandes empreendedores sem diploma mas também dos self-made men, aquelas pessoas que, no espaço de uma única geração, atingiram o sucesso profissional e construíram suas fortunas. Nossos cursos irão estruturar todo esse conhecimento prático e colocá-lo ao alcance dos que buscam aquilo que as teorias e os métodos mais tradicionais muitas vezes não são capazes de suprir: soluções atuais para lidar com os desafios que enfrentamos hoje, e que levem ao crescimento e ao aperfeiçoamento profissional.

Outra parceria de peso está sendo formada com Stephen Kanitz, professor de Harvard e colunista da Veja que será o presidente do Conselho Consultivo da Escola da Vida.

Entre as ações propostas pela Escola da Vida estão:
Criação do ranking dos formados pela Escola da Vida, composto por grandes empreendedores que não cursaram ou não completaram a faculdade ou o ensino médio. Eles receberão o diploma da Escola da Vida em cerimônia de gala e serão convidados a integrar nosso conselho consultivo.

Programa de TV enfocando a trajetória dos “formados pela Escola da Vida” e dos self-made men, além de um telecurso voltado para o empreendedorismo.

Criação de um banco de dados com os currículos dos alunos que cursaram os cursos da Escola da Vida. Esse banco poderá ser acessado por empresas de todo o Brasil e do exterior em busca de profissionais de todas as áreas. Material de apoio para os cursos, como livros, fascículos e áudio-livros.

A Escola da Vida não tem como objetivo reduzir a importância do ensino acadêmico. Sua proposta é bem diferente. Queremos complementar o que se ensina nas escolas, ensinando o que não se aprende na sala de aula. Nosso objetivo é reduzir a distância que existe entre o ensino teórico e o conhecimento de aplicação prática. Acreditamos que a melhor forma de fazer isso é nos valendo da experiência e das lições de empreendedorismo daqueles que aprenderam fazendo. Na biografia de Albert Einstein, o autor Walter Isaacson, diretor do Aspen Institute e ex-presidente da CNN, diz: “A vantagem competitiva de uma sociedade não virá da eficiência com que a escola ensina multiplicação e tabela periódica, mas do modo como estimula a imaginação e a criatividade”. Isso não significa de forma alguma que a escola não deva ensinar - e bem - o que ela já ensina. Significa apenas que há outros aspectos que também devem ser enfatizados. E isso é especialmente verdadeiro no que se refere ao empreendedorismo. A Escola da Vida veio para somar, e não para subtrair.

Tags: Escola da Vida, inemp



Dos dez homens mais ricos do mundo listados pela Forbes, cinco, entre os quais Bill Gates e Michael Dell, não completaram a faculdade. Na relação dos milionários – ou bilionários – sem diploma, há, ainda, nomes como Paul Allen (Microsoft), Steve Jobs (Apple), Larry Ellison (Oracle) e Li Ka-Shing (o homem mais rico da Ásia), apenas para citar alguns. No Brasil, temos nomes ilustres como Samuel Klein (Casas Bahia), Abraham Kasisnky (Cofap), Alair Martins (fundador do Grupo Martins e homenageado pelo programa Empreendedor do Ano 2008 com o Lifetime Achievement) e Luiz Antônio Seabra (fundador da Natura e listado pela Forbes como um dos bilionários brasileiros), entre muitos outros. O que todos esses empreendedores de sucesso têm em comum é que eles aprenderam fazendo. E, por isso mesmo, têm muito a ensinar.

Fundado por Ricardo Bellino, o Inemp – Instituto do Empreendedor -, por meio do projeto Escola da Vida, pretende homenagear e reconhecer o talento dos grandes empreendedores que construíram suas fortunas e suas trajetórias de sucesso sem que tivessem obtido um diploma universitário. São pessoas que, ou por falta de oportunidade, ou devido às pressões profissionais, não puderam completar seus estudos. Mas nem por isso deixaram de aprender. Movidos por um genuíno espírito empreendedor, eles aprenderam fazendo. E, agora, está na hora de aprender com eles.

Além de prestar uma merecida homenagem a esses brilhantes empreendedores, o projeto Escola da Vida pretende levar ao público as lições e os conhecimentos adquiridos por aqueles que aprenderam na prática. É uma iniciativa inédita que visa levar a todos os que buscam o sucesso profissional – tenham eles completado seus estudos ou não -, a sabedoria, as dicas e os conselhos daqueles que “se formaram na escola da vida”, ou seja, que construíram grandes fortunas e trajetórias vitoriosas por meio do “aprender fazendo”. Longe de desmerecer a importância da formação acadêmica, a Escola da Vida pretende oferecer uma complementação até agora inexistente ao que se aprende nas faculdades, complementação essa que está voltada para o desenvolvimento do espírito empreendedor.

A fim de atingir esse objetivo, a Escola da Vida está se aliando a Microlins. A empresa fundada por José Carlos Semenzato em 1991 é hoje a maior rede de franquias de cursos profissionalizantes da América Latina. Com cerca de 700 franqueados, a Microlins já formou mais de 2.5 milhões de alunos em todo o Brasil. O fruto dessa parceria entre a Escola da Vida e a Microlins serão os cursos de empreendedorismo baseados no estudo de cases, não só dos grandes empreendedores sem diploma mas também dos self-made men, aquelas pessoas que, no espaço de uma única geração, atingiram o sucesso profissional e construíram suas fortunas. Nossos cursos irão estruturar todo esse conhecimento prático e colocá-lo ao alcance dos que buscam aquilo que as teorias e os métodos mais tradicionais muitas vezes não são capazes de suprir: soluções atuais para lidar com os desafios que enfrentamos hoje, e que levem ao crescimento e ao aperfeiçoamento profissional.

Outra parceria de peso está sendo formada com Stephen Kanitz, professor de Harvard e colunista da Veja que será o presidente do Conselho Consultivo da Escola da Vida.

Entre as ações propostas pela Escola da Vida estão:
Criação do ranking dos formados pela Escola da Vida, composto por grandes empreendedores que não cursaram ou não completaram a faculdade ou o ensino médio. Eles receberão o diploma da Escola da Vida em cerimônia de gala e serão convidados a integrar nosso conselho consultivo.

Programa de TV enfocando a trajetória dos “formados pela Escola da Vida” e dos self-made men, além de um telecurso voltado para o empreendedorismo.

Criação de um banco de dados com os currículos dos alunos que cursaram os cursos da Escola da Vida. Esse banco poderá ser acessado por empresas de todo o Brasil e do exterior em busca de profissionais de todas as áreas. Material de apoio para os cursos, como livros, fascículos e áudio-livros.

A Escola da Vida não tem como objetivo reduzir a importância do ensino acadêmico. Sua proposta é bem diferente. Queremos complementar o que se ensina nas escolas, ensinando o que não se aprende na sala de aula. Nosso objetivo é reduzir a distância que existe entre o ensino teórico e o conhecimento de aplicação prática. Acreditamos que a melhor forma de fazer isso é nos valendo da experiência e das lições de empreendedorismo daqueles que aprenderam fazendo. Na biografia de Albert Einstein, o autor Walter Isaacson, diretor do Aspen Institute e ex-presidente da CNN, diz: “A vantagem competitiva de uma sociedade não virá da eficiência com que a escola ensina multiplicação e tabela periódica, mas do modo como estimula a imaginação e a criatividade”. Isso não significa de forma alguma que a escola não deva ensinar - e bem - o que ela já ensina. Significa apenas que há outros aspectos que também devem ser enfatizados. E isso é especialmente verdadeiro no que se refere ao empreendedorismo. A Escola da Vida veio para somar, e não para subtrair.

Tags: Escola da Vida, inemp

sexta-feira, 25 de julho de 2008

10 conselhos de grandes empreendedores

01. O começo
“O empreendedor deve fazer um juramento - o de que não vai tirar dinheiro da empresa por vários e vários anos. O ideal é tirar uma soma para comer e, eventualmente, tomar um cafezinho. Sua vida deve ser bastante espartana. Eu fiquei dez anos sem tirar dinheiro da empresa”

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

02. O empreendedor
“O verdadeiro empreendedor é muito parecido com o comandante de um navio. Às vezes, ele tem de sujar a sua roupinha branca para saber o que se passa na sala das máquinas. Ele não pode esperar que o mecânico fale a língua dele, mas ele têm de saber falar a língua do mecânico e conhecer cada peça do navio”.

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

03. Formação profissional
“Um empresário deve ter a melhor formação acadêmica possível, deve trabalhar com os melhores profissionais, escolher algo que ama e principalmente tornar-se muito bom em algum aspecto específico do negócio. Eu sou bom em clubes de ginástica - mas em clubes de ginástica femininos, sou o melhor do mundo

Gary Heavin, fundador da Curves

04. Riscos
“O fundamental é não ter medo. correr riscos. Se você quiser ser empresário, você têm que arriscar, e arriscar de acordo com o seu tamanho e o passo que se quer dar. Quando se está numa pequena ou média empresa, esse é um luxo que empresário deve se permitir”.

Miguel Krigsner, presidente de O Boticário

05. Fracassos
“Eu não erro duas vezes. Com minha primeria rede de academias, que faliu, aprendi que o simples fato de haver uma sala de ginástica para homens já afastava parte do público feminino. Também aprendi a simplificar o negócio. Coreti piscina e sauna, por exemplo. Com uma estrutura enxuta, eu dependia de menos clientes para que o negócio fosse rentável”.
Gary Heavin, fundador da Curves
06. Autonomia da empresa
“É preciso acabar com o folcore de que o dono da empresa pode tudo. Ele, decididamente, tem que ser muito mais um servidor da empresa do que se servir dela. A empres atem leis próprias, que não vêm da vontade do empresário. Quem não observar essa regra não vai conseguir crescer”.

Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo

07. Franquias“O modelo de franquias foi o mais adequado para o crescimento da Curves. Não precisávamos de administrador em cada loja, mas sim de um dono em cada loja — alguém que cuidasse, que se dedicasse integralmente. O negócio da Curves tem muito a ver com envolvimento. Se seu negócio exigir paixão, o crescimento por franquia pode se tornar uma boa escolha”.

Gary Heavin, fundador da Curves

08. Expansão em cidades pequenas“Começar por cidades do interior foi estratégico para a Curves. Quase não tínhamos dinheiro para investir em publicidade. Fomos nos fortalecendo ao conquistar cidades menores. No interior, o boca-a-boca é muito mais eficaz. Nem sempre, obviamente, essa é a melhor estratégia. Há negócios que precisam do volume populacional típico das capitais”.

Gary Heavin, fundador da Curves

09. Diversificação“A diversificação foi para suprir necessidades da empresa. Criamos a gráfica porque ninguém tinha um serviço que atendesse nossas urgências. Com os computadores foi a mesma coisa. Começamos a montar máquinas para serem usadas em sala de aula. O empresário deve ter seu negócio principal consolidado para atacar em outras frentes - sempre relacionadas”.

Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo

10. Responsabilidade social“Acho que toda empresa tenha alguma orientação no campo da responsabilidade social. Às vezes, são atitudes alinhadas ao objetivo final da empresa. Uma prática de responsabilidade social que adotamos é verificar o grau de escolaridade dos seus funcionários e proporcionar ferramentas para que eles possam aprender mais. É nossa área de atuação e acaba não saindo caro”.
Oriovisto Guimarães, presidente do grupo Positivo
fonte: http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/complementos/10_frases_pme/10_frases.html

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Um Negócio Lucrativo

Comece pesquisando tudo o que já deu certo em outras empresas. Vá a cada supermercado a que tiver acesso, sente-se pelos corredores e analise o que os consumidores estão comprando.
Anote tudo em uma cadernetinha, preferencialmente, de cor azul.
Faça uma peregrinação, também, por todos os shopping-centers que encontrar pela frente e converse com todos os proprietários de pequenas lojas de varejo e serviços que lhe derem atenção.
Pergunte o que eles acreditam que daria certo se você resolvesse lançar uma nova empresa ou um novo produto naquele exato momento.
Prefira ignorar as informações fornecidas por loucos sonhadores! Prenda-se aos céticos e reclamões de plantão.
Peça indicações de nomes de administradores estabelecidos de fábricas e fornecedores de produtos diversos. Marque uma visita informal, para um café, e faça a pergunta chave: “O que venderia muito, hoje, se eu tivesse recursos suficientes para investir em sua produção?”.
Saia pelas ruas e pergunte às pessoas o que elas gostariam de comprar e não encontraram para vender.
Compre todos os jornais com indicadores econômicos que conseguir e estude todos os números.
Faça um curso de marketing, um de administração de empresas, um sobre fluxo de caixa, e um sobre como fazer crochê (apenas para exercitar a sua paciência).
Compareça a todas as palestras que conseguir. Ouça aquelas pessoas!
Ao final desta saga de inteligência empresarial, dê especial atenção à parte mais importante do processo: Ponha fogo nesta singela cadernetinha azul em que você anotou tudo o que escutou.
Isso mesmo! Esqueça tudo o que já foi feito, pensado e sugerido.
Exageros à parte, é preciso entender que as boas idéias de negócios estão sempre nas pequenas revoluções que seu novo produto faria nos hábitos de consumo da sociedade.
Quem poderia imaginar a mudança de rumos que a Coca-Cola, os micro-computadores e os telefones celulares fariam no mundo, até que alguém resolvesse investir nestas idéias?
Para que haja mais sucesso e inovação nos negócios, o marketiing tanto quanto as outras ciências do empreendedorismo, não pode mais ser um aliado da mesmice se limitando a pesquisar fórmulas de sucesso e garantindo que sua empresa apenas as repita.
É preciso considerar o risco, também, como um bom caminho para o sucesso empresarial.
Se a idéia de um produto lhe parece tão boa que tem lhe tirado o sono, talvez pareça da mesma forma para um grupo de consumidores que ainda nem sabe o quanto ainda lhe agradeceria se soubesse de sua existência.
E você poderá ser o próximo Bill Gates ou Henry Ford. Gostou da idéia?
Mãos à obra!

terça-feira, 22 de julho de 2008

os mandamento dos empreendedores de sucessos


O interesse de toda a sociedade em relação aos pequenos negócios é explicado pelo seu grande significado político e econômico. Político porque as micro e pequenas empresas funcionam como fator de equilíbrio da estrutura empresarial brasileira e coexistem com as grandes empresas. Econômico porque geram grande número de empregos, por isso, contribuem muito na geração de receitas e na produção de bens.
Para se ter uma idéia, das 470 mil empresas registradas pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) no Brasil em 1998, 34% foram enquadradas como micro empresas e cerca de 50% eram pequenas e médias. Ou seja, pelo menos 84% desses empreendimentos, no país, são de pequeno porte. No entanto, muitos empresários não conseguem manter suas portas abertas por muito tempo 56.291 empresas foram extintas em 1998, 11,4% a mais que no ano anterior. Pesquisas do SEBRAE-SP mostram que cerca de 58% das empresas de pequeno porte abertas em São Paulo não passam do terceiro ano de existência. O que leva tantas empresas à extinção? O que faz com que outras sobrevivam aos trancos e barrancos?
O fracasso pode estar ligado à falta de dinheiro no mercado, escassez de recursos próprios etc. Mas outras causas podem estar nos próprios empreendedores, isto é, a falta de habilidade administrativa, financeira, tecnológica e mercadológica.
A força que empurra o empresário para o
sucesso é, sem dúvida, a vontade de enfrentar o desafio de abrir o próprio negócio. Mas somada à essa vontade tem que haver a disposição para adquirir conhecimentos e para desenvolver comportamentos adequados a empreendedores bem-sucedidos. Pesquisas feitas com empresários bem-sucedidos identificaram qualidades especiais comuns a todos eles. Aproveitando essa "receita" montou-se um decálogo do empreendedor de sucesso. Dez itens que revelam a personalidade de homens e mulheres que foram à luta e obtiveram seu lugar no mercado.
Assumir riscos
Esta é a primeira e uma das maiores qualidades do verdadeiro empreendedor. Arriscar conscientemente é ter coragem de enfrentar desafios, de tentar um novo empreendimento, de buscar, por si só, os melhores caminhos. É ter autodeterminação. Os riscos fazem parte de qualquer atividade e é preciso aprender a lidar com eles.
Identificar oportunidades
Ficar atento e perceber, no momento certo, as oportunidades que o mercado oferece e reunir as condições propícias para a realização de um bom negócio é outra marca importante do empresário bem-sucedido. Ele é um indivíduo curioso e atento a informações, pois sabe que suas chances melhoram quando seu conhecimento aumenta.
Conhecimento
Quanto maior o domínio de um empresário sobre um ramo de negócio, maior é sua chance de êxito. Esse conhecimento pode vir da experiência prática, de informações obtidas em publicações especializadas, em centros de
ensino, ou mesmo de "dicas" de pessoas que montaram empreendimentos semelhantes.
Organização
Ter capacidade de utilizar recursos humanos, materiais financeiros e tecnológicos de forma racional. Resumindo: ter senso de organização. É bom não esquecer que, na maioria das vezes, a desorganização principalmente no início do empreendimento compromete seu funcionamento e seu desempenho.

Tomar decisões
O sucesso de um empreendimento, muitas vezes, está relacionado com a capacidade de decidir corretamente. Tomar decisões acertadas é um processo que exige o levantamento de informações, análise fria da situação, avaliação das alternativas e a escolha da solução mais adequada. O verdadeiro empreendedor é capaz de tomar decisões corretas, na hora certa.
Liderança
Liderar é saber definir objetivos, orientar tarefas, combinar métodos e procedimentos práticos, estimular as pessoas no rumo das metas traçadas e favorecer relações equilibradas dentro da equipe de trabalho, em torno do empreendimento. Dentro e fora da empresa, o homem de negócios faz contatos. Seja com clientes, fornecedores e empregados. Assim, a liderança tem que ser uma qualidade sempre presente.
Dinamismo
Um empreendedor de sucesso nunca se acomoda, para não perder a capacidade de fazer com que simples idéias se concretizem em negócios efetivos. Manter-se sempre dinâmico e cultivar um certo inconformismo diante da rotina é um de seus lemas preferidos. Independência Determinar seus próprios passos, abrir seus próprios caminhos, ser seu próprio patrão, enfim, buscar a independência é meta importante na busca do sucesso. O empreendedor deve ser livre, evitando protecionismos que, mais tarde, possam se transformar em obstáculos aos negócios. Só assim surge a força necessária para fazer valer seus direitos de cidadão-empresário.
Otimismo
Esta é uma característica das pessoas que enxergam o sucesso, em vez de imaginar o fracasso. Capaz de enfrentar obstáculos, o empresário de sucesso sabe olhar além e acima das dificuldades.
Tino empresarial
O que muita gente acredita ser um "sexto sentido", intuição, faro empresarial, típicos de gente bem-sucedida nos negócios é, na verdade, na maioria das vezes, a soma de todas as qualidades descritas até aqui. Se o empreendedor reúne a maior parte dessas características terá grandes chances de ter êxito. Quem quer se estabelecer por conta própria no mercado brasileiro e, principalmente, alçar vôos mais altos, na conquista do mercado externo, deve saber que clientes, fornecedores e mesmo os concorrentes só respeitam os que se mostram à altura do desafio.

COMO IDENTIFICAR OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS


Nesse texto iremos falar sobre oportunidades idéias e planejamento, por que uma idéia por si só não é suficiente para a criação de um negócio de sucesso e que os empreendedores devem sempre buscar a identificação de oportunidades. Mas como fazer isso? Quais os passos? Ou, qual o caminho das pedras?

Bem, em primeiro lugar você deve permitir que sua curiosidade fique em evidência e estar atento (a) a tudo o que ocorre à sua volta, principalmente aos problemas do cotidiano que muitas pessoas reclamam a respeito, mas ninguém dá a devida atenção para resolvê-los. O importante aqui é perceber que o problema deve ser coletivo, ou seja, que não se trate de algo especí­fico seu ou de poucas pessoas. Explico melhor: um problema só se transformará em oportunidade de negócios quando muitas pessoas sentirem seus efeitos…

Vamos citar um exemplo. Imagine que no seu bairro, nos finais de semana, muitas pessoas acordem um pouco mais tarde e queiram tomar café da manhã fora de casa, mas que não exista na região uma casa de café para suprir tal necessidade de forma completa, que se diferencie das padarias ou negócios similares que tentam atender esta demanda. Parece que você está identificando uma oportunidade aqui… Mas cuidado! Você deve sempre se certificar de que as pessoas realmente têm esta necessidade ou vontade não atendida, ou ainda, que não estão satisfeitas com as ofertas existentes na região. Como? Faça uma pesquisa para saber das preferências das pessoas e identifique o perfil daqueles que têm este hábito. Procure saber que negócios já suprem ou tentam suprir esta necessidade e, Bingo, talvez você tenha encontrado, de fato, uma boa oportunidade de negócios.

Obviamente que antes de criar um negócio você deve fazer um estudo mais criterioso de investimento e retorno, de análise da concorrência e, principalmente, do mercado potencial. Mas o início de tudo se dá pela oportunidade identificada e, a partir daí, para uma análise mais detalhada. Nunca comece um negócio sem antes passar pelas fases de identificação da oportunidade e de planejamento e análise de viabilidade.

Espero que você tenha tirado bom proveito, e aprendido alguns lições sobre planejamento.
Nos próximos textos falarei mais sobre idéias, planejamento, marketing e etc..